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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

sword art online epi 2


Kirito, o personagem principal, continua no mundo de Aincrad. Como dito no episódio anterior, um mês de jogo já se passou e 2000 jogadores morreram. O objetivo dos jogadores restantes é subir a torre derrotando cada boss (chefe) até o centésimo andar. E todos se lamentam por não ter encontrado ainda nem mesmo como chegar no primeiro chefe.
O anime fica cada vez mais forte no quesito MMORPG e isso é muito legal. Os jogadores se reúnem para conversar com Diabel, um jogador que se prontifica a liderar os demais. Ele e seu grupo encontraram a porta que leva para o primeiro boss, o Líder Kobold. Aqui novamente temos que torcer o nariz para um argumento fraco utilizado no episódio anterior: o de que “os recursos de evolução são limitados em um RPG Online”. Isso porque um jogador chamado Kibaou interrompe a reunião para
fazer mimimi reclamar – não muito diferente dos “fórum players” que só enchem o saco. Ele reclama que a culpa das 2000 mortes foram dos jogadores do beta teste (o que inclui Kirito, apesar de eles não saberem disso ainda) que ignoraram os iniciantes e que “acabaram os recursos em outros lugares e fizeram quests que já sabiam, acabando com a evolução de outros jogadores que ainda estavam presos na vila inicial sem saber aonde ir”.
Aí acontece uma cena que achei interessante. Um negão chamado Egil interrompe o mimimi e saca o guia de jogo do bolso. E aí ele dá a clássica ownada, mas na maior elegância. Ele lembra que esse guia tem todas as informações compiladas dos jogadores do beta teste. Não só isso, ainda finaliza com “E dava para conseguir esse livro de graça na loja de itens”. Aí fica todo mundo com aquela cara de cu fantástica.
A história da minha vida. Acho que eu devo ser uma das únicas pessoas desse mundo que lê os guias, tutoriais e manuais dos jogos antes de começar a jogar. Isso para não citar o “Nossa, Rafa! Como você sabia configurar a TV?”. Porque está escrito no maldito manual, seus noobs! >:|
Enfim. Com a noobaiada acalmada, Diabel explica que precisam fazer a Raide em grupos de seis pessoas. Kirito fica sem grupo e nota uma garota sozinha. Ele faz grupo com ela e já nota seu nome: Asuna.
De novo seguindo o padrão MMO, vem outra parte igual (e chata): o set up (configuração) das regras e grupos. Diabel explica que o Líder Kobold, Illfang, tem mob, ataca usando machado e escudo, tem quatro barras de vida e muda de arma e ataque quando chega na última barra. O XP vai para cada grupo e os itens são rolados por vitória.
Kirito e Asuna acabam se encontrando casualmente na cidade, durante a noite, e comem um pãozinho. Kirito compartilha um creme que ganhou em uma quest e a menina devora o pão dela com o novo sabor. Aí rola um momento determinado dela, dizendo que não vai ficar mofando, que vai vencer e blá blá blá.
No dia seguinte eles se encontram e vão para a dungeon (masmorra). Entram na sala do boss e a batalha começa. É mais um momento legal porque a luta acontece visualmente como todo jogador de MMORPG se vê: com poses heroicas, pulos, ataques… é bem legal! :)
Ok, o pau come solto até que o boss muda para a última forma, abandonando as armas e sacando a espada. Diabel, que até então só comandou os grupos, comete o clássico erro de todo jogador: quis ir solar o boss. Kirito percebe que Diabel pretende dar o último golpe, porém, nota algo cruel: a espada que Illfang saca não é a mesma do guia. O boss foi alterado depois do beta e usa outra arma que é ainda pior. E, claro, Diabel se ferra e toma um cacete.
Kirito ainda corre para tentar socorrer, mas o cara recusa a pot que encheria seu HP e evitaria que ele morresse. Kirito então percebe que Diabel sabia o que estava fazendo: ele também era jogador do beta, já tinha estado ali antes durante os testes e sabia que quem dá o último ataque ganha um item exclusivo. Diabel então morre. E Kirito já tem uma pequena crise de consciência porque viu que o cara podia ter se virado sozinho no jogo mas fez questão de organizar os demais jogadores para vencer.
Mas o boss continua vivo e a batalha prossegue. Asuna não amarela e vai para cima, evitando que Kirito seja atingido – e finalmente o boss arranca a capa dela e podemos ver que se trata de uma bela loirinha, com direto a herói de boca aberta, câmera lenta, ascensão heroica de trilha sonora, cabelo esvoaçante e glitter.
Egil não fica de fora e vai dar uma força para Kirito se recuperar. Ele segura alguns ataques até que Kirito e Asuna avançam juntos para atacar. O ataque final deles lembra o X-Strike do Crono Trigger, com o Crono e o Frog atacando juntos em X. E, claro, boss morto!
E o drop (item que o monstro libera quando morre) raro fica para Kirito: o Casaco da Meia-Noite, o sobretudo preto que ele aparentemente passa a usar pelo resto da série.
Aí acontecem duas cenas bizarras. A primeira começa com Kibaou acusando Kirito de ser um beta tester, já que ele viu Kirito ir tentar salvar Diabel, sabendo o que tinha que fazer. Fica aquele alvoroço, aquele “omg, ele é tester, aff” e começa a bizarrice: Kirito começa a rir like a boss. Aí ele levanta e fala que não quer ser confundido com os noobs do beta teste, que nem sabiam como evoluir um personagem. Ele já tinha jogado e ido para níveis mais fortes que aquele e sabia o que tinha mais adiante.
O grupo fica louco, começa a discutir alto, ficar chocado, e ele continua rindo. Então ele equipa seu sobretudo preto recém-dropado e sai frisando que não quer ser confundido com a noobaiada. Ele gosta do nome que xingam ele: “Beater” – que equivale a um ladrão ou cheater, alguém que tem informações privilegiadas de maneira ilegal.
E aí acontece a segunda cena bizarra (e engraçadinha), provavelmente baseada em fatos reais. Asuna corre atrás dele indignada porque no meio da batalha ele a chamou pelo nome, apesar de ela não ter se apresentado.
Aí ele fala que dá para ver o nome dela abaixo da barra de HP.
Pelo menos alguém da equipe de roteiristas jogou alguma coisa online porque as referências estão muito boas!
:)
agradecimentos:obrigado pelo blog hp pela pesquisa


Postado por Rick

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